Conselho de Procuradores Gerais lança nota de apoio ao Plano de Segurança

Texto destaca o modelo de elaboração do Plano, que contou com a participação democrática de diversos atores da sociedade

O Conselho Nacional de Procuradores Gerais de Justiça (CNPG) - organismo que congrega os representantes do Ministério Público dos Estados e da União - divulgou nota de apoio ao Plano Nacional de Segurança, proposto pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A nota de apoio, assinada pelo presidente da CNPG, Rinaldo Reis Lima, foi divulgada durante a visita que o ministro da Justiça e Segurança Pública fez a Natal, capital do Rio Grande do Norte, para o lançamento do Plano Nacional de Segurança na cidade.

A nota destaca o modelo de construção do Plano, elaborado a partir do diálogo com "diversos atores" ligados à área de segurança, entre eles os representantes do Ministério Público.

O CNPG acrescenta na nota que o Ministério Público "apoiará as ações do Plano", fazendo, inclusive parte dos 27 Núcleos de Inteligência que serão montados em cada Estado e no Distrito Federal, com a participação dos Grupos de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaecos) e o acompanhamento das ações de combate aos homicídios e feminicídios. Da mesma forma, apoiará os esforços de racionalização e modernização do sistema penitenciário e o combate ao crime transnacional organizado, especialmente tráfico de armas e de drogas.

Plano nacional de Segurança

Cerimônia de adesão do Rio Grande do Norte ao Pacto Federativo pela Segurança 

Leia abaixo a íntegra da nota do CNPG:

NOTA DE APOIO DO CONSELHO NACIONAL DE PROCURADORES GERAIS DE JUSTIÇA AO PLANO NACIONAL DE SEGURANÇA

O CNPG, por seu presidente, diante da deliberação do pleno do colegiado, vem a público externar seu apoio ao Plano Nacional de Segurança Pública.

O Plano foi construído com a participação de diversos atores, entre eles representantes do Ministério Público.

O Ministério Público brasileiro apoiará as ações do Plano, com a participação dos Grupos de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaecos) nos 27 Núcleos de Inteligência nos Estados e no Distrito Federal e o acompanhamento das ações na diminuição das ocorrências de homicídios e feminicídios.

Além disso, também vêm ao encontro do interesse público a preocupação com a modernização do sistema penitenciário e com a busca pelo maior controle no que diz respeito ao ingresso de armas no país e pela repressão ao tráfico internacional de drogas.

Temos a certeza de que o Plano Nacional de Segurança Pública trará resultados positivos expressivos para que o Brasil se torne um país mais seguro para todos.

 

Rinaldo Reis Lima

Presidente do CNPG

 

Fonte: MJ


Imprensa Sindasp-SP

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