Projeto que reajusta em 3,5 salário de agentes penitenciários deu entrada na Alesp

Carlos Vitolo Jornalista/Assessor de Imprensa do Sindasp.

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Deu entrada na última sexta-feira (2), na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), o Projeto de Lei Complementar (PLC) 1/2018, que trata do reajuste dos servidores públicos estaduais de São Paulo.

O projeto é de autoria do governador Geraldo Alckmin e o reajuste será retroativo a 1º de fevereiro. Segundo a proposta, serão beneficiados todos os 1.010.633 servidores do Estado, incluindo aposentados e pensionistas.

O reajuste geral será de 3,5%, onde se enquadra a categoria dos agentes de segurança penitenciária (ASP). Duas categorias terão porcentuais diferenciados, os professores, que representam 1/3 dos servidores do Estado, com 7% e as Polícias Civil e Militar com 4%.

Sobre o índice de reajuste de 3,5%, o presidente do Sindasp-SP, Valdir Branquinho, diz ter ficado frustrado e manifestou repúdio. “Manifesto todo meu repúdio e frustração, diante da divulgação de um índice de reajuste irrisório à categoria. Esperávamos um pouco mais por parte do governador. Fica claro que não nos viram como deveríamos ser vistos, ficando o índice muito longe da valorização que merecemos”, disse Branquinho.

Confira abaixo a tabela salarial atual (desde 2014) e a tabela proposta no reajuste apresentado por Alckmin. O último reajuste da categoria ocorreu em 2014, fruto de uma greve coordenada pelo Sindasp-SP.

TABELA ATUAL 2014

TABELA PROPOSTA NO PLC 1/2018

ASP cria abaixo-assinado em repúdio ao baixo índice de reajuste divulgado pelo governo

O agente de segurança penitenciária (ASP), Rozalvo José da Silva, indignado com o índice de reajuste anunciado pelo governo para a categoria, decidiu criar um abaixo-assinado para externar a revolta dos servidores estaduais. “É importante mobilizar os servidores enquanto o projeto está em tramitação. Queremos um reajuste digno, já que, com esse reajuste que nos foi dado, o governo não demonstra nenhuma dignidade para com a categoria”, disse o autor do abaixo-assinado. ►Clique AQUI para assinar.

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