Rebelião no CDP de Taubaté chega ao fim e agentes penitenciários feitos reféns são liberados

Carlos Vitolo Jornalista/Assessor de Imprensa do Sindasp.

imprensa@sindasp.org.br

® © (Direitos reservados. A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura do jornalista e do Sindasp-SP, mediante penas da lei.)

Os dois agentes de segurança penitenciária (ASP) que ficaram de reféns durante a rebelião no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Taubaté foram liberados. Em nota encaminha à reportagem, a Secretaria de Administração Penitenciária SAP), apontou que os dois agentes foram liberados às 19h35 de ontem à noite, e um pouco antes, às 19h26, os quatro representantes religiosos foram libertos.

A rebelião, que durou quase 30 horas, teve início na tarde de quarta-feira (9), por volta das 15h. No total, 13 pessoas foram feitas reféns, dois agentes penitenciários e 11 pessoas ligadas a igrejas.

A negociação para o fim da rebelião envolveu a promotoria e a Justiça. Os presos retornaram para as celas e foram conduzidos pelo Grupo de Intervenção Rápida (GIR), que permaneceu no local durante toda a rebelião.

Uma pauta de reinvindicações foi entregue à Justiça - o teor não foi informado pelas autoridades, nem se os termos serão atendidos.

Vale lembrar que, desde o início, assim que tomou conhecimento da rebelião, o Sindasp-SP encaminhou os diretores Marcio Assunção e Paulo Venceslau para acompanharem de perto e dar assistência aos funcionários da unidade e aos familiares dos reféns.

O CDP está superlotado com capacidade para abrigar 844 presos, no entanto conta com uma população de 1.521.

menu
menu