Rebelião no CDP de Taubaté segue com dois agentes penitenciários reféns

Nesta quinta-feira (9), em nota encaminhada à reportagem do Sindasp-SP, a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) relata que restam oito religiosos e dois agentes penitenciários na unidade

Carlos Vitolo Jornalista/Assessor de Imprensa do Sindasp.

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Os dois agentes de segurança penitenciária (ASP) feito reféns durante a rebelião que teve inicio ontem à tarde, por volta das 15h, no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Taubaté, no Vale do Paraíba, permanecem reféns. O Grupo de Intervenção Rápida (GIR) de Taubaté chegou ainda ontem à tarde na unidade e permanece em prontidão.

Assim que o Sindasp-SP tomou conhecimento da rebelião, preocupado com os agentes penitenciários e demais servidores da unidade, o sindicato encaminhou diretores Marcio Assunção e Paulo Venceslau para acompanharem de perto o fato. Os representantes sindicais permaneceram no local até 1h da manhã e foram os últimos a deixar o CDP em apoio aos agentes penitenciários.

Nesta quinta-feira (9), em nota encaminhada à reportagem do Sindasp-SP, a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) relata que “restam oito religiosos e dois agentes penitenciários na unidade”.

Ainda de acordo com a SAP, ontem foram liberados dois reféns, um às 21h e outro às 22h40, e hoje, o quarto refém foi liberado por volta das 8h20. Por fim, a nota destaca que o GIR “está dentro da unidade a postos desde o início, a direção está conversando com os presos envolvidos no ato de insubordinação”.

No início da rebelião os detentos fizeram 14 reféns e queimaram roupas e colchões. O CDP está superlotado com capacidade para abrigar 844 presos, no entanto conta com uma população de 1.521.

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