Canil do GIR participa de seminário com adestrador alemão

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Estar de prontidão 24 horas por dia é princípio “sine qua non” do Grupo de Intervenção Rápida (GIR), mas além de fazer as intervenções em unidades prisionais, o grupamento 4 da capital, encerrou as atividades didáticas do ano, com um seminário ministrado pelo adestrador alemão Andre Brendler, que veio ao Brasil, por meio da Federação Brasileira de Adestradores de Animais (FBAA). Os dois encontros, denominados “1ºSeminário Internacional oficial da FBAA Detecção K-9” aconteceram nos dias 19 a 20 de novembro, na base da corporação, na capital paulista e contou com agentes do grupo de elite da Secretária de Administração Penitenciária (SAP) e adestradores de todo o Brasil, dentre os quais, vários filiados da FBAA.

O Objetivo é fortalecer e atualizar os conhecimentos das técnicas de adestramento de cães que atuam em operações especiais de busca e localização de objetos ilícitos e estimular a prática em todo o território nacional. “Nós vimos uma necessidade de trazer novos conteúdos de fora do país e graças a essa parceria com o GIR conseguimos viabilizar um treinamento especial, apresentado pelo adestrador André Brendler”, explica o presidente da federação de adestradores, Ubiratan Rabadan.

Brendler é proprietário de uma empresa especializada na formação de cães de trabalho e detecção, que presta serviço para vários órgãos governamentais e não governamentais, como Polícia Militar, Fifa, Uefa, redes de hotéis na europa e o próprio GIR, além de várias outras entidades que contratam seus serviços de forma preventiva. “É um dos profissionais mais gabaritados do mundo, no assunto”, elogia Rabadan.

Teoria e prática

Os alunos participaram do treinamento com cães, com objetivo de prepará-los para detecção de bombas, entorpecentes e também busca e salvamento. Em ambos os dias eles receberam instruções teóricas em uma das salas de aula da base do GIR e à tarde praticaram o aprendizado colocando o cão para agir, de acordo com as técnicas ensinadas. “É muito importante que o Agente Operacional tenha esse treinamento aqui na base, porque em operações reais ele pode ter o cão como ferramenta, para trabalhar garantindo a segurança de todos os envolvidos na intervenção”, ressalta Brendler. “O cão treinado para atuar profissionalmente possui algumas características que devem ser observadas quando ainda é jovem e trazidas para uma realidade profissional e é esse aspecto que estamos desenvolvendo no seminário”, acrescenta Rabadan.

Brendler destaca que não há diferença entre os treinamentos ministrados aqui no Brasil e em outras partes do mundo, mas ressalta que são técnicas desenvolvidas na Alemanha e trazidas por ele para atualizar e aperfeiçoar as forças de segurança.

Fonte: Fernanda Lourenço e Jorge de Souza – Assessoria de Imprensa SAP


Imprensa Sindasp-SP

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