CDP de Rio Preto é a segunda unidade 100% automatizada

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As obras de automatização das portas das celas do Centro de Detenção Provisória (CDP) de São José do Rio Preto foram concretizadas. O CDP é a segunda unidade a ser automatizada cem por cento na área que abrange a Coordenadoria das Unidades Prisionais da Região Oeste (Croeste), dirigida por Roberto Medina. A primeira unidade a ser automatizada foi a Penitenciária “ASP Adriano Aparecido de Pieri” de Dracena, em junho deste ano.

 

A automatização das unidades prisionais foi proposta pelo Sindasp-SP ao secretário da Administração Penitenciária, Lourival Gomes, com o objetivo colocar fim às agressões sofridas pelos agentes penitenciários e garantir a integridade física dos servidores. O pedido de automatização foi feito pelo presidente do Sindasp-SP, Daniel Grandolfo, em 11/01/2012, durante audiência com Gomes na Secretaria da Administração Penitenciária (SAP).

 

O secretário aprovou a proposta durante visita à sede do Sindasp-SP em 7/12/2012 (Leia mais: Secretário Lourival Gomes aprova projeto de automatização das unidades prisionais após visita ao Sindasp). Essa foi mais uma conquista do Sindasp-SP para a categoria.

 

De acordo com Grandolfo, cada unidade tem levado, em média, entre 40 e 60 dias para ser totalmente automatizada. O presidente apontou ainda que a próxima unidade a ser automatizada será o CDP de Caiuá.

 

Mirandópolis I: o Sindasp-SP já solicitou ao secretário que a Penitenciária I de Mirandópolis seja a outra unidade a ser automatizada logo após o término do CDP de Caiuá. A PI de Mirandópolis abriga detentos de alta periculosidade, o que gera ainda mais riscos para servidores. Embora ainda não se tenha nenhuma resposta do secretário, Grandolfo disse que vai insistir e que está muito preocupado com os trabalhadores da unidade. “Temos que insistir, pois a PI de Mirandópolis está repleta de presos de alta periculosidade, o que sempre gera situação de risco para os servidores”, apontou Grandolfo. “Não podemos perder mais tempo, principalmente quando se trata de buscar soluções para garantir a integridade física dos agentes penitenciários”, finalizou o presidente.

 

Projeto: o projeto para automatização foi desenvolvido pelo filiado do Sindasp-SP, Diretor de Núcleo de Trabalho e Educação da Penitenciária I de Presidente Bernardes, Marco Antonio de Santana, o Marquinhos.

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