CRC e unidades prisionais se unem em combate ao Aedes Aegypti

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A coordenadoria das Unidades Prisionais da Região Central (CRC) e os 38 estabelecimentos penais pertencentes a ela se uniram em ação conjunta entre servidores e presidiários com um único objetivo: combater o mosquito Aedes Aegypti.

A plantação da Crotalária Juncea – planta que ajuda no combate à manifestação do mosquito -, o mapeamento periódico de possíveis pontos vulneráveis, recolhimento de lixo, revisão nas caixas d’água, limpeza das calhas e escoamento das águas pluviais fizeram parte do mutirão de combate e prevenção à dengue, zika vírus e chikungunya.

Uma vez por semana, com o apoio da Comissão Interna de Prevenção a Acidentes (Cipa) e do Centro de Qualidade de Vida e Saúde do Servidor (CQVidass), as unidades realizam a limpeza nas áreas internas e externas das unidades prisionais.

Segundo o Ministério da Saúde, nas primeiras semanas de 2018 a dengue voltou a ter um aumento significativo de notificações em relação a 2017. 43,3% de casos na região Sudeste, Centro-Oeste com 26,4%; Norte com 11,2%; Nordeste com 9,7% e Sul com 9,4%.

Chikungunya é a segunda doença transmitida pelo Aedes Aegypti com o maior número de casos no Brasil: foram 1.505 notificações até o dia 20 de janeiro. A região Centro-Oeste foi a mais afetada, com 603 casos (40,1%), com uma morte confirmada em laboratório.

Foram registrados, no país, 113 casos prováveis de Zika, com apenas 19 confirmados. Ocorreram também, 40 notificações de casos prováveis da infecção em gestantes. O Ministério informou ainda, que cinco deles foram confirmados por critério clínico ou laboratorial.

Crotalária contra o Aedes Aegypti

A Crotalária Junsea é uma planta originária da Índia e Ásia, cresce de 60 centímetros até um metro de altura. Ela atrai a libélula, um inseto predador do mosquito da dengue. Com o plantio da Crotalária no jardim, quintal de casa ou até no jardim da empresa, a libélula, que busca colocar ovos em água parada, assim como o mosquito Aedes Aegypti, vai depositar seus ovos, as larvas vão se alimentar das larvas do mosquito transmissor da dengue acabando com aquele foco. O mesmo acontece com a libélula adulta, ela é predadora e se alimenta de pequenos insetos, o que inclui o Aedes Aegypti. Assim, quebra-se a cadeia reprodutora do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.


Fonte: SAP

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