Diretores do Sindasp participaram do prêmio Mário Covas e cobram secretários de Estado sobre PLC 15 do governo

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O presidente do Sindasp-SP, Daniel Grandolfo, o Secretário-Geral, Cícero Félix de Souza e o Diretor Administrativo da Regional de São Paulo, Luciano Rodrigues, participaram na tarde de quinta-feira (10), em São Paulo, da 8ª edição do Prêmio Mário Covas.

 

Diretores do Sindasp-SP Cícero Félix e Daniel Grandolfo, ao lado do Secretário de Estado da Administração Penitenciária, Lourival Gomes, durante a premiação

 

A premiação é destinada a servidores e empregados públicos dos três poderes, na esfera estadual e municipal dentro do Estado, que se destacaram durante o ano de 2011 pela implantação de práticas inovadoras e também a usuários de centros gratuitos de inclusão digital, cidadãos e empresas, por ideias que resultaram em parcerias da área pública com a sociedade civil e a iniciativa privada.

 

Diretores do Sindasp-SP Cícero Félix e Daniel Grandolfo, ao lado do Secretário de Estado do Emprego e Relações do Trabalho, Carlos Andreu Ortiz, durante a premiação

 

A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) ficou com duas premiações na área de inovação em gestão estadual e uma menção honrosa. Foram premiados: “Plano de Contenção de Custos do CDP (Centro de Detenção Provisória) de Sorocaba” e o “Projeto Desconstruindo a Violência”, da Coordenadoria de Reintegração Social e Cidadania da SAP. A menção honrosa ficou com a Coordenadoria da Região do Vale do Paraíba e Litoral (Corevali).

 

 

Os dirigentes estiveram com diversos secretários de Estado, entre eles, Lourival Gomes, da Administração Penitenciária, e parlamentares, e aproveitaram a oportunidade para cobrar a vergonha do Projeto de Lei Complementar nº 15/2012, de autoria do governador Geraldo Alckmin (PSDB), que tramita na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). O PLC visa alterar a Lei Complementar nº 432, de 18 de dezembro de 1985, que dispõe sobre a concessão do adicional de insalubridade, na forma que especifica.

 

 

“O projeto do governo, além de querer calcular a insalubridade pelo mínimo de 2010, diminuindo o salário do servidor, possivelmente chegará ao absurdo de querer nos fazer devolver aos cofres do Estado os valores recebidos superiores nesse período”, disse Grandolfo.

 

O presidente do Sindasp-SP, Daniel Grandolfo, em nome do sindicato e da categoria, apresentou uma solicitação de Emenda ao Projeto de Lei Complementar nº 15/2012, durante uma reunião com o deputado estadual Olímpio Gomes. (Leia a Emenda)

 

 

 

 

 

 

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