Governo de SP não é capaz de apresentar proposta à categoria, mas é especialista em usar a força para agredir os agentes penitenciários

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Ao invés de negociar e apresentar uma proposta coerente com a pauta reivindicações dos agentes de segurança penitenciária (ASP), o governo do Estado de São Paulo assiste a ação da Polícia Militar, através da tropa de choque, que usou a força para entrar em diversas unidades prisionais.

 

Entre as unidades ocupadas pela tropa de choque, estão o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Belém, onde foi lançado gás de pimenta contra os agentes penitenciários. Em Hortolândia os agentes foram tirados à força da frente da unidade e no CDP de Caiuá a tropa de choque cortou os cadeados e correntes que trancavam os portões da unidade. O CDP de Caiuá estava trancado, mas o diretor geral da unidade abriu os portões e a polícia entrou. Os agentes entregaram as chaves ao diretor do CDP e saíram. No CDP de Pinheiros a tropa de choque também entrou fazendo uso da força. Em Assis, a tropa de choque ficou de plantão, depois de horas de negociação, os agentes também tomaram a atitude de entregar as chaves da unidade ao diretor geral e como forma de protesto saíram para fora da unidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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