Grandolfo pede a deputado Bolsonaro que busque regulamentação do uso de armas de calibre restrito para ASP

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O presidente do Sindasp-SP, Daniel Grandolfo, esteve reunido na tarde quarta-feira (3), em Brasília-DF, com o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) para buscar a regulamentação do uso de armas de calibres restrito pelos agentes de segurança penitenciária (ASP). 

 

Vale lembrar que a autorização do uso de calibre restrito aos agentes penitenciários foi um pedido de Bolsonaro junto ao Exército. “Agora viemos ao gabinete do deputado para solicitar que ele busque junto ao Exército a regulamentação do uso de calibre restrito para podermos adquirir e utilizar as armas”, disse Grandolfo. Assista ao vídeo da visita de Grandolfo a Bolsonaro.

 

 

 

De acordo com o presidente do Sindasp-SP, com a regulamentação do uso de calibre restrito, os servidores interessados em adquirir a arma poderão fazer o pedido na Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), que deverá fazer a solicitação diretamente na fábrica a preço de custo.

 

A Secretaria Geral do Exército (SGEx) de Brasília, confirmou à reportagem do Sindasp-SP a autorização do uso dos calibres .357 Magnum, .40 S&W ou .45 ACP, em qualquer modelo, pelos ASPs. A autorização se deu pela publicação da Portaria nº 1.286/2014, de 21/10, expedida pelo boletim nº 43/2014, de 24/10, da SGEx.

 

A regulamentação deverá estabelecer mecanismos que favoreçam o controle e o destino das armas após o falecimento de quem as adquirir, ou qualquer impedimento que contraindique a propriedade e posse de armas de fogo.

 

O documento do Exército aponta ainda que as normas a serem estabelecidas pelo Comando Logístico deverão determinar o destino das armas nos casos de exoneração – voluntária ou de ofício – dos agentes penitenciários.

 

 

Projeto torna hediondos os crimes cometidos contra as vidas de servidores da segurança pública e seus familiares

 

Durante a reunião, Grandolfo também pediu que o parlamentar apresente um requerimento para pedir a votação do Projeto de Lei (PL) 8176/2014, de autoria do próprio Bolsonaro, e que torna hediondos os crimes cometidos contra as vidas de servidores da segurança pública e de seus familiares. “[…] tanto no exercício de suas funções como em razão de suas atividades, ou, ainda, contra seus familiares por consequência do grau de parentesco com o servidor”, destaca o texto do projeto.

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