Iamspe alerta para perda auditiva na terceira idade

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Doença costuma atingir maioria da população a partir dos 40 anos, afirma especialista

 

A surdez na terceira idade é ocasionada pelo envelhecimento físico natural e atinge a maioria da população, afirma o otorrinolaringologista do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) Samir Cahali.

 

Segundo o especialista, os sintomas podem surgir precocemente a partir dos 40 anos, e a maioria dos idosos com mais de 60 anos possui algum grau de perda da audição.

 

A Presbiacusia, ou simplesmente surdez do idoso, é um problema multifatorial caracterizado pela perda progressiva da audição em ambos os ouvidos, ao longo do tempo, o que costuma trazer grandes impactos na vida destas pessoas, caso não seja diagnosticado.

 

Esta perda também pode acontecer devido a maus hábitos que o indivíduo possa ter tido ao longo da vida, como o uso de fones de ouvido muito altos ou um longo período de exposição em ambientes com fortes ruídos sonoros, como, por exemplo, fábricas e indústrias.

 

“Alguém que passa a vida toda ouvindo música alta ou convive em um ambiente muito barulhento, tem uma probabilidade maior de desenvolver algum problema auditivo. Por isso, o melhor a fazer é evitar este tipo de exposição”, afirma o médico.

 

De acordo com o especialista, o uso crônico de algumas substâncias tóxicas para o ouvido, como  certos antibióticos, aspirinas, antiinflamatórios e até o fumo, também podem causar a perda de audição.

 

Zumbidos, vertigens e desequilíbrios também são comuns em pacientes com este quadro.

 

Cahali explica que o idoso com perda de audição não identificada pode ser considerado distraído, confuso e até mal humorado, interferindo diretamente em seu convívio com outras pessoas.

 

Ainda não há nenhum tipo de tratamento que previna ou cure a perda de audição em idosos. Por isso, os especialistas recomendam que as pessoas tomem cuidado com os hábitos que praticam no dia-dia.

 

Iamspe

 

O Iamspe, autarquia vinculada à Secretaria de Estado da Gestão Pública, tem hoje uma das maiores redes de atendimento em saúde para funcionários públicos do país.

 

Além do Hospital do Servidor Público Estadual, na capital paulista, possui 17 postos de atendimento próprios no interior, os Centros de Assistência Médico-Ambulatorial (Ceamas), e disponibiliza assistência em mais de 100 hospitais e 140 laboratórios de análises clínicas e de imagem credenciados pela instituição, beneficiando 1,3 milhão de pessoas em todo o Estado.

 

 

Fonte: Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe)

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