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Pastoral Carcerária envia retratação ao Sindasp sobre matéria publicada na Folha de SP

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Em reportagem publicada no jornal Folha de São Paulo no último dia 15, “Celular é vendido por até RS 20 mil no 'feirão' das cadeias em SP”, o assessor jurídico da Pastoral Carcerária, Paulo Malvezzi, disse que “é quase impossível um celular entrar nas prisões sem a ajuda de funcionários”, descreve o texto.

 

Segundo a reportagem da Folha, celulares são vendidos em uma espécie de feirão dos presídios paulistas e variam conforme o grau de segurança da unidade.

 

A fala do representante da Pastoral Carcerária ofendeu aos agentes de segurança penitenciária (ASP) e o Sindasp-SP cobrou explicações do órgão.

 

Em nota enviada ao presidente do Sindasp-SP, Daniel Grandolfo, a Coordenação Estadual da Pastoral Carcerária de São Paulo/Regional Sul I/CNBB, faz um esclarecimento sobre as palavras ditas na entrevista do assessor jurídico da instituição à reportagem da Folha.

 

“Os jornalistas usaram as palavras do Assessor nacional da Pastoral Carcerária em nome da Coordenação Estadual da Pastoral Carcerária de São Paulo. No entanto, ressaltamos que em nome da Pastoral Carcerária do Estado de São Paulo – Regional SUL1 da CNBB publicamente se pronunciam somente as seguintes pessoas: Deyvid T. Livrini Luiz (Coordenador Estadual), Dra. Antonia Alexandrina (Vice – Coordenadora Estadual), Adolfo Oliosi (Secretário Executivo), Pe. Emerson Andrade de Lima (Assessor Espiritual Estadual)”, descreve o documento onde não aparece o nome do citado assessor jurídico.

 

O texto nega qualquer possibilidade de corrupção dos agentes penitenciários e envolvimento na entrada de celulares. “Por sua vez, não sustentamos a tese de que a corrupção é orgânica no quadro dos agentes penitenciários, porque fatos isolados não podem manchar a imagem de uma categoria ou instituição e muito menos servir de base para emissão de um parecer adequado”, relata a nota enviada ao Sindasp-SP.

 

Por fim, a nota da Pastoral Carcerária pede que a declaração incompreendida seja superada. “Sempre iremos priorizar a verdade e o bem comum das pessoas. Diante disso, visamos, com as equipes de Pastoral Carcerária do Estado de São Paulo, por meio desta declaração, superar qualquer tipo de incompreensão criado por um tipo de jornalismo que não está preocupado com a formação e informação das pessoas e nem com a veracidade objetiva dos fatos”, descreve.

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