Presidente do Sindasp prepara reuniões com as diretorias Regionais para elaborar ações contra a falta de negociação do governo

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Colaborou com a reportagem, Gian Nascimento (estagiário da Assessoria de Imprensa)

 

O presidente do Sindasp-SP, Daniel Grandolfo, e membros da diretoria Executiva começam, nas próximas semanas, uma série de reuniões com as diretorias regionais do sindicato para elaborar ações contra a falta de negociação do governo com a categoria.

 

Ao todo serão realizados 13 encontros, em todas as sedes do Sindasp-SP distribuídas pelo Estado. As primeiras reuniões estão agendadas para acontecer em Avaré, dia 10/9, às 17h, dia da inauguração da sede; e em Lucélia, no dia 17/9, às 14h, quando acontece a reinauguração da sede.

 

De acordo com Grandolfo, a falta de diálogo com os representantes do Estado estagna a negociação de itens como a concessão do Bônus de Resultado Penitenciário (BRP) e o arquivamento dos Processos Administrativos Disciplinares (PADs) contra 40 agentes de segurança penitenciária (ASPs) que participaram da greve de 2014, ambos acordos firmados durante a greve 2014 e que por não terem sido cumpridos, motivaram a retomada da paralisação em 2015.

 

Além desses itens, também compõem a pauta de reivindicações da categoria: o reajuste conforme inflação, a venda dos três meses da licença-prêmio, a aposentadoria especial aos 25 anos de atividade com integralidade e paridade, a concessão do porte de arma para os servidores aposentados, a promoção automática de uma classe na aposentadoria e a inserção dos valores do auxílio-alimentação no holerite.

 

O Sindasp-SP também cobra os itens da pauta complementar da categoria, que vem sendo pedido por meio de ofícios à Secretária de Administração Penitenciária.

 

Os pedidos complementares são:

 

 regulamentação do porte de arma de uso restrito para ASPs e AEVPs;

 fardamento completo;

 que os agentes penitenciários aposentem na classe que ocupem no momento da aposentadoria (e não rebaixar uma classe como ocorre atualmente);

 criação da nova funcional dos servidores;

 LPT com consulta pública e transparência (já conquistado pelo Sindasp-SP, via ação judicial);

 Direito a mais uma folga SAP;

 Regulamentação da troca de plantão.

 equipamentos de proteção para a realização de escoltas para ASPs e AEVPs;

 homenagens fúnebres aos ASPs executados;

 criação da lei orgânica da categoria.

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