Previsão de entrega do presídio feminino de Mogi Guaçu é para 2014, confirma SAP

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A Secretária de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo (SAP) confirmou que a entrega das obras de construção da penitenciária feminina de Mogi Guaçu é para o início de 2014
 
Quem passa pela Rodovia Almino Monteiro Álvares Affonso, que liga Mogi Guaçu ao distrito de Martinho Prado Júnior, pode observar a intensa movimentação dos funcionários no local.
 
A equipe trabalha na montagem da estrutura dos pavimentos com a colocação de tijolos e vigas. Três torres de vigia já foram erguidas.
 
Por mais que a Comissão Popular contra a penitenciária promova reuniões, abaixo-assinados, faça representação no Ministério Público na tentativa de reverter a situação, a instalação da unidade prisional na cidade é uma realidade.
 
Isso também é o que admite o vereador e presidente da Comissão Luciano Firmino Vieira, o Luciano da Saúde (PP). “O cadeião vai sair, não tem jeito”, garantiu.
 
Vieira se reuniu na última quinta-feira (13) com o secretário de Administração Penitenciária, Lourival Gomes, que confirmou que a instalação do presídio feminino é irreversível, mas garantiu que no local não haverá um complexo penitenciário.
 
Segundo Vieira, o secretário se comprometeu a agendar uma audiência com o chefe da Casa Civil Gleisi Helena Hoffman e com o governado do Estado Geraldo Alckmin (PSDB). A intensão é reivindicar contrapartidas para o município como um hospital, industrias ou desapropriação de áreas para um novo distrito industrial, além da ampliação das instalações do Fórum e mais funcionários para o Poder Judiciário.
 
De acordo com a nota enviada pela SAP, dentro do Plano de Expansão, estão previstas oito novas unidades a ser entregues planejadas e construídas, exclusivamente, para atender as particularidades e necessidades da mulher presa, principalmente ligadas a saúde.
 
Ainda segundo a nota, além da área de saúde especifica para a mulher, as unidades possuem um setor destinado à amamentação, já sendo inauguradas com creche, biblioteca, pavilhão de trabalho, além de setores destinados à saúde e visita íntima.
 
O projeto que visa atender primeiramente as mulheres, pretende zerar o número de presas nas carceragens em cadeias públicas do Estado de São Paulo.
 
Fonte: Gazeta Guaçuana
 

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