Reportagem do Sindasp apura que 55 unidades prisionais estão automatizadas e 11 em andamento

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Em resposta à solicitação da Assessoria de Imprensa do Sindasp-SP, a Assessoria de Imprensa da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), enviou nota afirmando que, até o momento, 52 penitenciárias e Centros de Detenção Provisória (CDPs) estão automatizadas, além de três Anexos de Detenção Provisória (ADPs) de Iperó, Araraquara e Assis, totalizando 55 unidades. A nota relata ainda que 11 unidades estão em fase de automatização.

 

A automatização é uma conquista do Sindasp-SP para a categoria dos agentes de segurança penitenciária (ASP) e foi aprovada pelo secretário da Administração Penitenciária, Lourival Gomes, durante visita à sede estadual do sindicato em 7/12/2012. O processo de automatização teve início na Penitenciária “ASP Adriano Aparecido de Pieri” de Dracena, onde o projeto foi testado e aprovado, tornando a unidade a primeira 100% automatizada no Estado.

 

O objetivo do Sindasp-SP ao propor a automatização para a SAP foi evitar o contato físico entre detentos e agentes penitenciários, evitando assim situações que resultam em agressões aos servidores. Os recentes casos de agressões contra ASPs fizeram com que o Sindasp-SP solicitasse da SAP maior rapidez no processo de automatização de todas as unidades prisionais do Estado, com prioridade para aquelas onde houve casos de agressão.

 

Desde novembro de 2013, todas as novas unidades construídas no Estado devem ser automatizadas. O pedido foi feito pelo presidente do Sindasp-SP, Daniel Grandolfo, ao governador Geraldo Alckmin, durante a inauguração do CDP de Riolândia. Na ocasião, o governador aprovou a ideia do presidente e determinou que, a partir de então, todas as novas unidades devem ser construídas automatizadas.

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