Segurança pública de Alagoas comemora redução de 18% de crimes violentos em 2015

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A Secretaria de Segurança Pública apresentou na manhã desta segunda-feira (4) o balanço das ações da pasta no ano de 2015. Segundo dados estatísticos da secretaria, em 2015 foi registrada a redução de 18% nos crimes violentos letais e intencionais. A modalidade alçava o Estado ao patamar de uma das unidades da federação mais violenta.

 

Os dados foram divulgados pelo secretário Alfredo Gaspar de Mendonça, na presença do governador Renan Filho, e gestores da segurança. Em comparação a 2014, quando foram confirmados 2.201 crimes violentos letais e intencionais, 2015 foram confirmados 1.804 CVLIs. Em Maceió, que também já figurou como a capital mais violenta do país, a redução ficou em torno de 23%.

 

Auto de resistência

 

Ainda segundo os dados apresentados, o ano de 2015 também marcou o ‘incremento’ no número de casos de autos de resistências. Com 70 casos em 2014 e 102 no ano de 2015. Os autos de resistência deverão ser classificados como lesão corporal decorrente de oposição à intervenção policial ou homicídio decorrente de oposição à intervenção policial, segundo resolução da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República publicada no Diário Oficial da União de hoje (4).

 

Os dados estatísticos de Alagoas apontam, segundo a SSP, para redução em crimes patrimoniais, roubos de moto e carros, transporte coletivo urbano, estabelecimento comercial. Outro dado comemorado pela SSP diz respeito a assaltos a bancos. Segundo a secretaria, foram 11 arrombamentos a banco com explosivos contra 32 confirmados em 2014. Quanto aos roubos a bancos, houve aumento de três para oito.

 

O secretário Alfredo Gaspar ainda destacou os inúmeros investimentos feitos pelo governo na segurança pública, inclusive aquisição de equipamentos e melhoria na estrutura física. Na avaliação do gestor, os investimentos já apresentam resultados, com a redução dos índices negativos, inclusive com o aumento no número de prisões em flagrante, apreensão de armas, além das informações chegadas a partir do 181, o disque-denúncia da Polícia Militar.

 

Fonte: Alagoas 24 Horas

 

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