Sindasp mantém acompanhamento aos ASPs da Penitenciária de Lucélia e diretores visitam unidade

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Preocupados em dar continuidade ao acompanhamento aos agentes de segurança penitenciária (ASP) da Penitenciária de Lucélia em virtude da rebelião ocorrida na tarde do último dia 26, diretores do Sindasp-SP estiveram em visita na unidade ontem a tarde (segunda-feira, 7).

Vale destacar que, na rebelião, assim que o Sindasp-SP tomou conhecimento do fato, imediatamente foram deslocados para a unidade o diretor de Regionais, Gilmar Pereira, o diretor Administrativo Ismael Manoel, além do diretor da sede Regional de Lucélia, Celso Antoniel, para dar apoio aos funcionários da penitenciária.

Estiveram em visita na unidade na tarde de segunda-feira (7) o presidente do Sindasp-SP, Valdir Branquinho, acompanhado pelo diretor Jurídico Aléx Brandão, diretor de Política Sindical Alessandro Nunes, diretor da Regional de Lucélia Celso Antoniel e o secretário-geral Cícero Félix. Também esteve presente o advogado do Sindasp-SP, Carlos Eduardo de Godoy Peretti. O advogado deu atendimento aos filiados e esclareceu as questões jurídicas levantadas pelos funcionários.

A comitiva foi muito bem recebida na unidade pelo diretor-geral, Marcos Hipólito, pelo Supervisor, Luiz André Soares Bispo, e pelos funcionários da unidade.

Os diretores ouviram os funcionários e uma das dificuldades apontadas foi o deficit de agentes penitenciários na unidade. Outra preocupação apontada pelos ASPs e que se refere às consequências da rebelião, é a reutilização das ferragens das celas, tendo em vista que as mesmas poderiam perder a qualidade em virtude do fogo durante o motim.

O presidente do Sindasp-SP aproveitou a presença do diretor de núcleo de trabalho da Penitenciária 1 de Presidente Bernardes, Marcos Antônio de Santana (Marquinhos), filiado do Sindasp-SP e criador do projeto de automação das unidades, e pediu a ele que esclarecesse a questão aos funcionários.

De acordo com Marquinhos, não há problemas com as ferragens. Ele explicou que para que as ferragens fossem danificadas seria necessário o contato com uma alta temperatura e ainda assim que a mesma fosse colocada na cal.

O presidente Branquinho relatou à reportagem que, durante a visita, os diretores do Sindasp-SP perceberam que o raio 1, onde se encontram presos que foram agressores de agentes penitenciários, geram insegurança na unidade. Segundo o presidente, será feito uma solicitação junto à Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), para esse raio de agressores seja transferido para Avaré, que tem regime diferente de Lucélia.

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