Depen inicia em presídio federal projeto de automação das unidades prisionais proposto pelo Sindasp em SP

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De acordo com reportagem publicada no site do Ministério da Justiça, o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), realizou um encontro com representantes do sistema penitenciário paulista com o objetivo de implantar o projeto piloto de automação nas celas das penitenciárias federais.

Entre os participantes do encontro, estava diretor de núcleo de trabalho da Penitenciária 1 de Presidente Bernardes, Marcos Antônio de Santana (Marquinhos), filiado ao Sindasp-SP, e que foi quem desenvolveu o projeto de automação. Também estiveram presentes o coordenador-geral de inteligência penitenciária, Sandro Abel Sousa Barradas, o diretor da penitenciária federal de Campo Grande, Rodrigo Almeida Morel, e o diretor-geral da penitenciária de Marília, Antônio Rodrigues.

O Depen deverá usar nas penitenciárias federais os mesmos moldes do processo de automatização das unidades prisionais de São Paulo, que foi apresentado pelo Sindasp-SP e aprovado em 2012 pelo secretário de Estado da Administração Penitenciária, Lourival Gomes, durante visita na sede estadual do sindicato em Presidente Prudente.

Na época, ao apresentar o projeto ao secretário, o sindicato ressaltou que o objetivo era garantir a segurança tanto do sistema quanto do exercício diário das funções dos agentes de segurança penitenciária (ASP). O projeto piloto foi feito na penitenciária de Dracena, que se tornou a primeira unidade cem por cento automatizada no Estado. A primeira unidade federal a ser automatizada será a penitenciária de Campo Grande.

De acordo com o Depen, a parceria com o sistema penitenciário de São Paulo “é uma solução inovadora referente à automação de portas de celas. O estado transmitirá seu conhecimento e experiência, de modo a implantar e manter portas automáticas nos presídios federais, contribuindo de maneira decisiva para a segurança do ambiente e dos servidores”, descreve.

Mais uma vez, fica clara a importância do Sindasp-SP, não apenas no Estado de São Paulo, mas também no cenário nacional.

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